sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

A cor e a importância dela na vida de Kandinsky

A Cor não é um fenômeno físico. Um mesmo comprimento de onda pode ser percebido diferentemente por diferentes pessoas (ou outros seres vivos animais), ou seja, cor é um fenômeno subjetivo e individual.
Kandinsky, mais do que pintor, teoriza sobre a pintura, sobre o seu objetivo, sobre as suas sensações.O objetivo da pintura é, precisamente, “encontrar a vida, tornar perceptíveis as suas pulsações, estabelecer as leis que as regem.”

Retratou motivos apocalípticos com a Primeira Guerra Mundial, como a Revolução Russa, explorou sua pintura sem figuras, produto das idéias e da cor. Após, em outra fase Kandinsky elaborou uma pintura geométrica carregada de misticismo, numa nova fase, sob influência do surrealismo de Hans Arp e Joan Miro substitui as figuras geométricas por formas de aspecto biomórfico.
Para ele, as convenções do passado estavam esgotadas, a cor e a forma são mais genuínas para expressar a subjetividade do artista do que o objeto ou a perspectiva, o artista não deve se submeter ao exterior, já que sua espiritualidade reside o visionário de sua obra.

À partir dessa época Kandinsky começou a dividir seus quadros em 3 grupos : “Impressões” – com referência a um modelo naturalista;
“Improvisações” – que pretendiam  refletir emoções espontâneas;
“Composições” – o grau mais complicado e mais elevado , alcançado após longos,
 trabalhos preparatórios e , pelo menos uma vez fez alusão à música  ao dar os títulos de  “Improvisação” e “Composição” . Era também por analogia à música que via as cores e as formas ”vibrarem” e “Ressoarem”


Yellow Red Blue 
                                            
Da arte a Espiritualidade


                                                  A cor do invisível 




                                     www.webtelas.xpg.com.br/kandinsky.htm
                        pt.wikipedia.org/wiki/Teoria_das_cores
                        www.hoops.pt/galeria/historia3.htm